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Rua: Pau de Canela, 450 - Rio Tavares - Florianópolis - Brasil
fonte: www.feriasbrasil.com.br

O título de Ilha da Magia atribuído à Florianópolis faz cada vez mais sentido. Capaz de reunir natureza e patrimônio histórico preservados com infraestrutura de cidade grande, a capital enfeitiça tanto os turistas que muitos acabam voltando... para ficar. São apenas 436,5 quilômetros quadrados, porém, capazes de abrigar praias paradisíacas, lagoas, dunas, trilhas em meio à Mata Atlântica, casario colonial, sítios arqueológicos, gente bonita e gastronomia de primeira. Haja encantos!



Os grandes atrativos de Floripa são as praias que dizem, chegam a cem. Em cada região, uma peculiaridade – no Leste, onde estão Mole e Joaquina, o surf e a paquera são as marcas registradas. Ao Norte, o mar calmo de Jurerê, Canasvieiras e Ingleses atrai famílias e argentinos. Já as praias do Sul são as mais rústicas e têm como cartão-postal a intocada Lagoinha do Leste. No quesito esportes, a ilha não é privilégio exclusivo dos surfistas. Generosa, incentiva à prática de muitos atividades dentro e fora d´água, como sandboard – descida de dunas em prancha de madeira -, wind e kitesurf, parapente e trekking.

“ Nas praias do Leste, onde estão Campeche, Joaquina e Mole, o surf e a paquera rolam soltos ”

Colonizada por imigrantes açorianos, a capital mantém em suas pequenas vilas as manifestações culturais e religiosas trazidas pelos portugueses. Nos povoados de Ribeirão da Ilha e de Santo Antônio de Lisboa as heranças estão preservadas ainda na arquitetura, no artesanato em cerâmica e renda e na culinária, à base de ostras produzidas na região. Falando em frutos do mar, eles chegam fresquinhos também às mesas dos restaurantes espalhados pela Lagoa da Conceição, no Centro da ilha. Por lá, concentram-se também a maioria dos bares, boates e cafés, garantindo burburinho e agito noturno o ano inteiro.


Há muito para se ver, curtir e conhecer na terra dos manezinhos, como são chamados os nativos da ilha. Só no quesito praias são cem opções, sem contar que cada uma tem sua particularidade, seja relacionada à natureza, aos freqüentadores ou às atividades. E tem a história, contada através dos fortes explorados em passeios de escuna, das pinturas rupestres escondidas na Ilha do Campeche, das vilas açorianas de Ribeirão da Ilha e Santo Antônio de Lisboa...


Para entender a geografia da cidade, que mistura praias, dunas, lagoas e montanhas, suba nos mirantes naturais, como o Morro da Cruz. Já na hora de mergulhar no espírito alegre da ilha e se misturar com os locais, todos os caminhos levam para a noite agitada da Lagoa da Conceição.



Ilha do Campeche



Única ilha do país tombada como Patrimônio Arqueológico e Paisagístico Nacional, Campeche abriga praias de águas transparentes. A maior riqueza, porém, são as dezenas de inscrições rupestres protegidas em sítios arqueológicos e acessíveis por trilhas com acompanhamento de guias. A melhor maneira de chegar à ilha é através dos barcos de pescadores que saem da praia de Armação, no Sul de Floripa. No verão, escunas partem da Barra da Lagoa (Leste). Não esqueça a máscara e o snorkel para nadar em meio aos peixes.



Passeio de escuna pelas ilhas e fortalezas



Dois roteiros conduzem a imponentes e preservados fortes da região a bordo de escunas. O passeio que parte da Ponte Hercílio Luz é o mais completo - tem seis horas de duração e faz paradas no Forte de Santa Cruz de Anhatomirim e na Fortaleza de Santo Antônio de Ratones, passando ainda pela baía dos Golfinhos. Já o que tem início na praia de Canasvieiras não inclui Ratones, durando cinco horas. Ambos têm parada para almoço.



Praias



As novas estatísticas apontam que Florianópolis abriga cem praias. Como é praticamente impossível conhecer todas em uma viagem só, fazer uma seleção e agrupá-las por região é garantia de conhecer o crème de la crème da ilha. No Norte, o roteiro deve incluir as águas calmas de Jurerê, Canasvieiras, Ponta das Canas, Praia Brava e Lagoinha. O tour em direção ao Leste não pode deixar de fora as boas ondas de Moçambique, Barra da Lagoa, Mole e Joaquina. Já no Sul, onde predominam rústicas vilas de pescadores, as praias de Campeche, Armação, Pântano...



Vilas açorianas



Os açorianos que chegaram à ilha há 200 anos deixaram como herança os bairros de Santo Antônio de Lisboa e de Ribeirão da Ilha. À beira-mar, preservam os costumes, as tradições e a arquitetura tão característica dos colonizadores – casinhas coloridas e geminadas. Em Santo Antônio os destaques ficam por conta do casario, da igreja barroca de Nossa Senhora das Necessidades - palco da Festa do Divino –, do artesanato da Casa Açoriana e da paisagem formada por barquinhos de pescadores. Já no Ribeirão da Ilha as casas são ainda mais preservadas. Nos restaurantes locais, as ostras...



Lagoa da Conceição



Situada no centro geográfico da ilha, a Lagoa da Conceição não é famosa apenas por ser o point noturno de Florianópolis. O cartão-postal é emoldurado por construções antigas (Canto dos Araçás), vilas de pescadores com bares e restaurantes (Canto da Lagoa), núcleos de artesanato, escolas de windsurfe... Para apreciar de cima os 15 quilômetros quadrados do espelho d´água e seus arredores siga para o mirante do Morro da Lagoa ou para o restaurante Ponto de Vista, depois da Praia Mole – a paisagem do deck é perfeita.



Mirantes



Os muitos morros que emolduram Florianópolis ganharam status de mirantes naturais. Além de descortinarem belas vistas, ajudam a compreender a geografia da ilha. Um dos mais procurados é o Morro da Cruz, no Centro. De fácil acesso, exibe as baías Norte e Oeste com a Ponte Hercílio Luz ao fundo. Vá no pôr-do-sol. Já do Morro da Lagoa aprecia-se as praias da Barra da Lagoa, Galheta e Mole, além da Lagoa da Conceição.



Visitar o Centro Histórico



Um passeio pelo Centro Histórico de Florianópolis não se resume a visitar construções e apreciar fachadas de diferentes estilos arquitetônicos. O tour pelos arredores da Praça XV de Novembro é garantia de boas compras de artesanato em cerâmica, encontrado na Casa da Alfândega; e de mesa farta: o Mercado Público Municipal é repleto de bares que servem petiscos típicos - reserve a manhã de sábado para sentar no Box 32 ao lado dos manezinhos. Esbalde-se com bolinhos de bacalhau, pastéis de camarão e, claro, ostras frescas molhadas no champanhe. Para acompanhar, cachaça artesanal com aroma de gengibre.



Avenida Beira Mar Norte e Ponte Hercílio Luz



Ponto de encontro dos que buscam a boa forma, a Avenida Beira Mar Norte ganha vida no final do dia. É durante o pôr-do-sol que o movimento de esportistas aumenta, os bares e restaurantes abrem suas portas e a Ponte Hercílio Luz é acesa. Embora interditada para o trânsito de automóveis e pedestres desde 1982, a ponte é o cartão-postal de Florianópolis. A obra foi tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico e é considerada uma das maiores estruturas pênseis do mundo.



Vida Noturna



Os arredores da Lagoa da Conceição, repleto de bares, restaurantes, café e boates - destaque para a Confraria das Artes -, concentram o agito noturno da ilha o ano inteiro. No verão, o litoral Norte também tem burburinho, em especial nos bares das praias de Canasvieiras, Brava, dos Ingleses e da Cachoeira do Bom Jesus, além de Jurerê, onde funciona a filial da boate espanhola Pacha e do club El Divino. O mesmo acontece no Sul, na praia da Armação.